Seguidores

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Vanessa Guida





Guida (eu, né?) é uma 'balzaca' estudante da Escola de Belas Artes.
Ao contrário da maioria das pessoas ligadas a arte, meus desenhos e pinturas geralmente são concebidos em momentos felizes....Criar, pra mim, é estar em estado de graça! E manter o ritmo frequente de trabalho, além de me possibilitar possuir um grande acervo de imagens inéditas, me mantem numa vibração positiva e com a chama da criatividade sempre acesa. 
Faço o que amo, e amo o que faço.
Quando estou trabalhando em algum projeto de artes, ou numa encomenda, me sinto livre e feliz...Minhas criações não veem limites de tempo ou espaço.






sábado, 23 de junho de 2012

Jean Azevêdo Duarte







Jean tem 33 anos e é Fotógrafo, poeta, músico, artista performático, entusiasta e auxiliar administrativo nas horas vagas.

"O lado artista começou com a poesia e logo depois veio a música. Trabalhos com as bandas Os Excomungados, Blair, Reticência, projeto Sivanoir e projeto Gordie e Vern, fizeram a veia da arte pulsar cada dia mais forte. 
Na ausência da música uma outra paixão surgiu forte, a fotografia, com isso outra forma de expor idéias, sentimentos e o cotidiano. "Acredito que de podemos mostrar o mundo de uma forma mais poética pela fotografia e adormecer um pouco a dura realidade".
Não existem limites para a criação e não sei onde a minha pode parar (mas não é para parar)."


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mariana Christensen








Mariana tem 24 anos, estuda Geologia na UFRJ, mas no Encontro dos Artistas Anônimos, além de organizadora e idealizadora do projeto, trabalha com artesanato.
Na sua opinião, a arte tem sua importância vital. E diz: "Desejo que as pessoas possam expandir suas mentes através dela". E completa: "a arte, é uma das minhas maneira de ir além".
Seus trabalhos podem ser adquiridos sob encomenda, ou as pessoas podem compra-los prontinhos nos bazares que organiza paralelamente aos estudos e no próprio Encontro, onde sempre expõe suas peças.



sexta-feira, 8 de junho de 2012

João Paulo





João Paulo, faz alguns anos que descobriu -se no mundo da poesia . Por volta dos12,13 anos de idade. "Direta ou indiretamente, escrevo sobre os problemas, dificuldades e sorrisos das pessoas que vivem ao meu redor. Olho o mundo com os olhos dos outros." Conclui.

E assim ele se resume na arte poética.





"NAS PEDRAS O JURAMENTO"

Já não sei o que faço
Para tentar te esquecer
Choro e não disfarço 
Eu preciso te ter

A solidão virou mania
E lhe tenho na memória
Tu eras a melhor companhia
Que hoje virou história

Venha pois te preciso
Quero está ao teu lado
E ter nos lábios um sorriso
por ser teu namorado

A distância é uma rua
Mas a tristeza um ano luz
O sol briga com a lua
Quando desabafo com Jesus

E com ele fiz o juramento
De nunca lhe trair
Firmei nas pedras o firmamento
Amar não é mentir

Mas tu não o leu
E me criticou sem razão
As palavras em mim; morreu
Sufocando por dentro o coração

E agora te espero
E conto o tempo passar
Mas você é o que mas quero
Na minha vida te amar

Então perguntei ao destino
Que se misturou com o inferno
Quanto durará meu amor de menino 
E ele respondeu, ETERNO.

(João Paulo)



"QUANDO O SOL SE PÕE"

A noite não é mas uma criança
Já se tornou adulta
Um homem sem esperança 
Que entre outros homens, luta

Deixou de ser calma
Para torna-se inesperada
Cada esquina, vai- se uma alma
Na noite barulhenta da madrugada

Mas alguém lhe espera
Na cama ou no sofá sentado
Dizendo, não seja fera
Apenas esconda o teu olhado

Depois da chuva forte
A lua volta a brilhar
Trazendo azar ou sorte
A cada esquina que tu chegar

Então tu se preocupas
Mas não acha que é o fim
A alguém tu pede desculpas
E diz, mãe, rezas por mim

Digo, não chore, sorria
Nesta noite eu te asseguro
Mas reze por garantia
Pois todos estamos em cima do muro

Então ao sair
A algo de esquisito
Um pé atrás, aonde ir?
Em nome do pai e do espírito

Os olhos brilham e apagam a preocupação
E logo bate uma esperança
A noite adulta vira ilusão
E de novo volta a ser criança.

(João Paulo)